À MesaExemplo

Por que lembrar é também um ato de justiça?
Há feridas que não cicatrizam porque o nome delas nunca foi dito. Porque tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Porque o silêncio foi vendido como perdão, e a pressa como reconciliação.
Mas lembrar é um ato de justiça. É dizer: isso aconteceu. Foi real. E não pode mais ser escondido. É dar nome às vítimas. É reconhecer o que se passou. É se recusar a deixar a dor virar ruído de fundo.
Na Bíblia, Deus é o Deus que se lembra. Que ouve o clamor do sangue de Abel. Que visita o povo cativo. Que chama pelo nome os esquecidos da história.
A igreja de Jesus precisa lembrar — não para reviver a dor, mas para honrar a verdade. Para aprender. Para proteger. Para curar.
Para refletir:
Que memórias sua comunidade precisa encarar — e que histórias precisam ser lembradas com justiça?
As Escrituras
Sobre este Plano

Inspirado pela leitura de Uma Igreja Chamada Tov, de Scot McKnight e Laura Barringer, este plano não foi escrito para alimentar desconfiança na Igreja de Cristo, mas para fortalecer quem caminha ferido ou confuso em meio à fé comunitária. Ao longo de 15 dias, refletimos com sinceridade sobre o tipo de cultura que temos cultivado — e oramos para que Deus nos ajude a discernir onde estamos, curar o que foi ferido e formar comunidades mais saudáveis, justas e parecidas com Jesus. Que cada reflexão nos aproxime do corpo que Deus sonha: verdadeiro, seguro, humilde e cheio de graça.
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Gostaríamos de agradecer ao Catavento por fornecer este plano. Para mais informações, visite: www.instagram.com/reinoesportes




